Yogurt de Polpa y Fresas

Diego's posts with tag: 10-06

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Posted by Diego on Oct 31, '06 11:23 AM for everyone
Por enquanto, na estrada
Vou apenas me lembrando
Um Sentimento tenro no peito

Sentimento infalível esse
Que tem retorno
Que recicla
Que renova

Só ia apenas me lembrando
Ao acordar ou ao dormir
A começar ou a findar o dia

Uma lembrança nada sutil
Mas que demonstro sutil,
Quem vê meus olhos vê

E não se engana:
"Você tem algo",diz

Tenho, tenho sim. Tenho algo sutil no meu peito. Que já guardo pra mim. Que mal digo mais mesmo pra quem deveria.

Tenho, tenho sim. Já não digo pra quem gostaria, porque eu desapareceria junto com a sutileza.

Já nem olho nos olhos de quem deveria.
Porque não posso. Porque não posso dizer. Nem com olhos, com palavras, nem com sorrisos.

Porque não vejo tais olhos pra poder olhar e dizer.
Porque na estrada, são apenas dois deles.

Tenho sim, não nego. Não choro. Não grito.
Sutilmente guardo pra mim.

Tenho algo no peito que pede pra extravasar.
Mas seguro.
E deixo passar.

"Você tem algo", dizem.

Tenho, tenho sim.
Assim como tenho a esperança.

E ela, como o que tenho no peito, não morre.
Mesmo que deixem de ver nos meus olhos, que algo tenho.

Quem vê meus olhos, não necessariamente vê coração.
Que vai continuar tendo algo, sutil, forte

Eterno.

Posted by Diego on Oct 29, '06 3:28 PM for everyone
Entrei na fase desastrosa. É aquela fase em que você fica perito em quebrar, rasgar, esmagar, torcer, , distorcer, retorcer, remoer, dilacerar todo tipo de coisa. É. Objetos.

Objetos do tipo: lençol, coração e carro.

Tudo bem, chamar coração de objeto é meio pesado, mas pense no coração como um produto. Quando você morrer seu coração vira um mero objeto que será utilizado em outro corpo. Capitalista, não? Mas assim é.

Uma coisa a se importar muito na vida é não morrer por desilusão amorosa sendo, simultaneamente, um doador de órgãos. Pois... já pensou? Quem é que vai querer ter transplantado de um coração quebrado? Nossa essa foi péssima. Mas vamos sair do campo do objeto coração, pois dele já falei muito e além disso quem fala de coração é chato.

Objetos: Carro (CRRRRIIIIIC) e Lençol (VRAAAAAAAAAAAAAAAAAP)
Na sexta eu consegui em 3 segundos estragar o carro compensando 1 ano e meio de carteira sem bater. Foi mais ou menos assim. Eu estava saindo de casa desesperado como sempre acontece quando ando de carro e então, ao sair da garagem ouvi o seguinte:

CRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIC!

Num tom muito alto e forte.

Aí eu parei e disse:

Ahn?

Desci do carro e fui ver o que teria causado tal som...
Quando olhei para a lataria lembrei com uma cara de desesperado faminto do som que havia acabado de fazer soar:


CRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIC!

Bom.. ainda assim consegui sair pra balada.. mais desesperado ainda, logicamente, o que me causou muita sede.

Fenômeno Sede-Automobilística
É....estranhamente dirigir me causa muita sede. Outra coisa relacionada a água muito estranha em mim é que quando nado mais de 30 minutos solto mais água do joelho do que tromba de elefante-aquático.

Suicídio
Pelo menos, já sei como me suicidar eficientemente. Basta dirigir um submarino por 2 horas. Desidratação imediata e fulminante na certa.

Mas voltando ao papo do CRIC..
No dia do CRIC, tive calafrios e até hoje tenho pesadelos com o som. Acordo suado. Ainda não chorei, pelo menos. Na foto do post vocês podem conferir como foi que deixei o (ex) Paliozinho da minha mãe. Tá.. não foi tão PT (PT de perda total, votei no Alckmin) mas a foto demonstra como minha mãe vai encarar e me jogar na cara o que fiz com o seu pobre carrinho.

Isso ainda não bastando (O Cric), ocorreu outra coisa muito bizarra comigo. (isso não ocorreu sem um pouco de vodka , logicamente).

Estava dormindo, e no meio da noite resolvi arrumar o lençol da cama quando de repente:

VRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAPT!

Sim. Rasguei o lençol em dois pedaços. Ficou até.. assim.. legal.. diferente.. arrojado, mas por certo o lençol que eu "criei" não serve mais como lençol.

Onomatopéias-maternas
Bem.. até que essas onomatopéias não me incomodam tanto. Me incomodam as onomatopéias que minha mãe gritará comigo ao descobrir o resultado das minhas saídas ultimamente.

Tenho que tomar mais cuidado. Se não daqui a pouco arranco botões do controle remoto, quebro visores de celulares, entorto monitores, arrombo portas sem querer , destroço portinholas de microondas que ainda funcionam, oudestruoteclasdeespaçodopcOPS!

ufa! por pouco!

Vou sair daqui. Preciso ficar longe do mundo para não quebrá-lo!

Espero ainda não ter quebrado o botão do mouse, pois, caso contrário, não conseguirei postar esse post. Cruzem os dedos.



Posted by Diego on Oct 29, '06 3:06 PM for everyone

Posted by Diego on Oct 26, '06 11:27 AM for everyone
Leia o meu pensamento.
AGORA!
Viu? hahahahaha

É isso mesmo que você pensou.

Posted by Diego on Oct 24, '06 10:56 AM for everyone
Uso a palavra pra virar ambiguo.
Porque na verdade, me dói xingar.
Ser cruel, frio, arregaçado.

Uso a palavra porque ela é forte.
Uso a palavra pra aveludar.
Pra aveludar a aspereza que rasga o som entre a gente
Que você criou.

Uso a palavra pra sangrar
P'ruma hemorragia interna.. de fininho.

Uso a palavra porque ela é ironia,
Sem endereço certo, se eu quero.
Me permite regimentar a filha-da-putice anônima.
Um remetente indeterminado.
Um sujeito oculto.


Totalmente determinado pelo aquém delas (as palavras).

Mas não vou deixar de dizer
De forma sutil

Uso as palavras
porque quero te poupar
De escutar todo o peso dos palavrões que são indizíveis.

Quero te poupar de ser cruel

Filho da puta

Mas não se preocupe
Digo de forma branda
Um palavrão é só uma palavra
Não se espante

Uso a palavra porque ela é lida como você quiser

Uso a palavra porque ela é uma privada
Porque precisei esganar.

Uso a palavra porque quis te matar
Mas isso é só no papel.
Não se espante.

Mesmo que eu a use,
te quero bem,
desejo-te o bem

Uso a palavra como o cano de escape
A aspereza recai nelas
E não em você

O pus suja o chão
E não você

Os tiros acertam o alvo indeterminado
Não você

A hemorragia esparrama no papel
E não em você

Cruel?
E eu não sou bom afinal?
Cruel? Nada de cruel!

Usei o papel como instrumento pra poupar você.

Filho da puta!!!

Só precisava dizer,
Pra deixar impresso na palavra.
E fazer com que o sentimento
continue intacto, puro, nobre.

Continua intacto, que seja na lembrança.

Não vou dizer o que é,
paixão, amor, carinho
E quem se importa?
Nem eu.

Paixão é só uma palavra cruel
O que importa é o que tem dentro
Por fora das palavras

Uso as palavras
Porque quis te poupar
E mesmo que o sentimento indizivel termine
a lembrança se encarrega de imortalizá-lo.

Seja paixão, amor, desejo..
não importa..
o que importa é que passou e ficou registrado,
não só em palavras,

mas em coração.

Posted by Diego on Oct 20, '06 10:58 AM for everyone
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família: Bufonidae

O sapo é um anfíbio da ordem Anura, família Bufonidae.

Existem cerca de 4.800 espécies de sapos. A maioria deles vive próximo a uma fonte de água, muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que não são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade por água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como as bromélias, como sítio de criação.

O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente vive em ambiente mais seco.

O sapo também se distingue da rã pelo seu gosto. O gosto do sapo pode chegar a ser amargo, muito, isto, lógico, caso você chegue a engoli-lo.

A melhor forma de evitar o gosto dos sapos é não cair de cabeça sobre eles. E essa lição você pode aprender a partir de hoje.

Posted by Diego on Oct 16, '06 4:02 PM for everyone
Do sol, se foi.
Quê, não sei.
Cento, 1.
Agora só resta passado. O pôr no passado.... amarelo.

Posted by Diego on Oct 16, '06 7:52 AM for everyone
Quando chega o fim,
ficamos parcialmente cegos.

O fim nos deixa atônitos
Nos deixa mortos.

O fim sempre parece o do mundo
Mas o mundo sempre sobrevive
E nós com ele

Melhor assim.
Melhor assim.

No céu da Pátria neste instante
Ronda a nova estrela-lembrança

Depois da super-nova
Sempre vem um fim

As nuvens passam
As estrelas ficam
O mundo acolhe
A vida vai

Por algo termina
De Enfim Sós
A Enfim Só
Enfim.. o fim

Talvez pudesse ter sido melhor
Talvez tivesse estendido a dor

Mas no fim, o fim

Melhor assim.
Melhor assim.

Posted by Diego on Oct 11, '06 8:58 PM for everyone
A graça da vida está no degrau.
E na habilidade de diminui-lo com, apenas, a mudança do pensamento!

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