Diego's posts with tag: 08-07
Posted by Diego on Aug 28, '07 6:35 PM for everyone  Ontem (ou não) Marte esteve (ou não) tão perto do Planeta Terra (ou não) do que nunca. Ou não porque muitos tem dito que essa notícia que saiu inclusive na Folha! não passou de um coax da Internet (ou não). Eclipse EscondidoEu realmente não vi bulhufas de diferente do céu. Mas isso talvez se explique porque eu nem cheguei a olhar pra ele ontem. É que ontem a noite eu estava completamente de boquiaberto assistindo a uma palestra sobre tecnologia relacionada a música, numa escola de música. É de impressionar como na internet você pode achar praticamente uma banda completa e competente - que nem mesmo existe -, usando, por exemplo, este software. Você sabe tocar algum instrumento? Não? Então você pode tornar-se um músico famoso! Dona Morte e a TVDepois da palestra não tive tempo de ver na Tv ou ouvir na rádio se Marte tão grande quanto Lua era mais um mito ou era fato mesmo. E o pior é que se bobear daqui a pouco nunca mais vou ter a TV pra me certificar da verdade. Dizem que ela já está indo pro saco! Assim como os pobres CD's! Vide seus sucessores, Youtubes, fotoblogs, tvs digitais, etc. A internet e a tecnologia de computadores é um avalanche impressionante e medonho. Um dos maiores problemas dela, no entanto, é que todos detêm a verdade - e o pior - a que querem, fazendo difícil distinguir o que é coax do que é fato. Se nem a Folha de São Paulo é confiável, em quem eu vou confiar ... no Google? Google MentirosoNa-ahn. Acho que nem nele. A não ser que você ache este botãozinho que eles prometeram implementar certa vez =P
Posted by Diego on Aug 27, '07 10:18 PM for everyone Um frasco de perfume é uma foto na forma de olfato. Mas perfume é muito mais potente, muito mais penetrante, muito mais dramático. Talvez porque o perfume seja o sentido que se sente quando mais se está próximo de alguém ou de algo, quando se é íntimo. A foto é uma cópia do olho estático e, hoje, com a foto digital, guarda uma memória que o olho registrou, possivelmente, pra sempre. E essa foto normalmente guarda um momento escolhido. Já o perfume, não necessariamente guarda uma memória quando queremos, ela simplesmente está associada a algo ou alguém, a uma rotina, a uma noite a luz de velas. O cheiro da rua, o cheiro da neve, o cheiro do perfume da roupa, do travesseiro.  O perfume é uma foto sem querer, uma foto surpresa, que é tirada de fininho, sem nenhum aviso prévio, é inalada aos poucos, entra sem pedir licença e depois nunca mais sai do nosso "coração". Um frasco de perfume ou o cheiro de folhas do outono guardam uma memória muito mais dramática do que a foto. Nas folhas de outono ficam impressas memórias saudosistas que talvez nunca mais voltarão. Uma memória que não tivemos tempo de aproveitar quando podíamos. A foto vai premeditadamente guardar um pedaço do que queremos. Normalmente e quase certamente um momento feliz. Mas um perfume se instaura no interior sem que percebamos, como um parasita e depois termina como um sangue-suga, que faz o coração chorar cada vez que o mesmo cheiro se repete onde quer que seja. O perfume é uma beleza invisível, ensurdecedora ao olfato, penetrante, perfurante, charmosa, estonteante. As fotos-odoras aparecem sem mais nem menos e se reproduzem naquele dia ensolarado e frio de outono . O perfume é um Deus discreto e sorridente. Nenhuma memória é tão marcante como um suspiro.. um suspiro que tem cheiro de "... primavera sem fim....."
Posted by Diego on Aug 27, '07 6:06 PM for everyone  Quanto mais tijolos uma parede tem, mais ela custa a ficar de pé.
Posted by Diego on Aug 26, '07 12:51 PM for everyone 
Somos cobaias das experiências do tempo.
Posted by Diego on Aug 23, '07 10:09 PM for everyone Estou com cheiro de pêra. Isso. Pêra. Aquela fruta que parece com aquele naipe de baralho de pôker. A espadas. Isso. Espadas. Só que ao contrário. Sabe? Não? Quer que desenha? Este aqui ó: . Bom.. tudo bem se você não associou espadas a pêra. Existem casos piores.
Por exemplo, tenho um amigo que associa ouros a doce de leite. E paus à pé de galinha. Aliás, pé de galinha foi o que eu achei que chamava quando você fica com frio, e aí arrepia os pêlos, sabe? Claro que não sabe!!!! Porque não é pé de galinha! É pele de galinha! HÁAA! Te peguei hein.
Mas voltando ao pau, digo, aos naipes, espada realmente parece a pêra. Claro que podre. O que foi o caso da pêra na minha mochila hoje. É. Podre. E ficou cheirando mau a mochila toda. Aliás, o ônibus todo. As pessoas começaram a reclamar. Principalmente um cara que passou mal dentro do ônibus. Do estômago. Tivemos que abrir até as janelas de emergência.
Passar mal dentro de ônibus ninguém merece.Ou melhor, tem gente que merece sim:o cara que passou mal dentro do meu ônibus hoje. Infeliz. Putz.. mas... pensando bem... ciclo vicioso! Ciclo vicioso, sabe? Parece aquele símbolo de reciclagem? Falando em reciclagem... em que lixeira vai a minha espada ao contrário amarela? digo.. pêra?
Putz. tou me perdendo com as analogias. Vou parar por aqui, se não, como diria Galvão Bueno, "Haja Copas!"
Posted by Diego on Aug 19, '07 3:52 PM for everyone As vezes nos sentimos impotentes. Impotentes em dar tudo aquilo que nos cobram. Tudo aquilo que quem mais nos aprecia nos cobra. As vezes somos impotentes em dar aquilo que nós mesmos nos cobramos. As vezes nem todo o tempo do mundo, da vida, parece suficiente pra permitir que os sonhos, as vontades, os desejos, os amores se realizem. As vezes o tempo nos derruba. Nos mostra pequenos. Nos humilha, mostrando que somos um ponto frente a sua infinitude. As vezes os braços são curtos, por mais que se lute, é impossível abraçar a todos, agradar a todos, agradar a quem nos sorri e espera um sorriso de volta. As vezes nossa vida se impõe, e não temos mais nada a fazer do que ficar de joelhos...  As vezes nos lembramos de lutar, e de que temos o tempo como combustível para imprimir nossas experiências na própria memória. Somos impotentes, abaixamos a cabeça, e suspiramos enfim. Mas enfim, seguimos. Por mais impotentes que sejamos, o que vale é o quão próximo é que chegamos de amar de verdade...
Posted by Diego on Aug 17, '07 11:46 AM for everyone
 Minha unha quebrou outro dia. Jogando peteca. Tudo bem que soe gay que eu diga que fiquei triste porque ela quebrou, mas não é por uma razão estética, e sim musical. É que demora semanas pra que a unha cresça e se compare a unha do Jimmy Hendrix na guitarra. Dá trabalho Mas antes ela do que a bolsa. De valores. Já a de plástico (ou sacola) também deveria "quebrar", mas continua lá, sendo utilizada 1 milhão de vezes por minuto. Pode? Nós humanos não fazemos nada direito mesmo. Enquanto temos que exterminar as sacolas plásticas, detonamos a bolsa de valores. São 3 prioridades na minha lista de metas no momento: - Usar uma sacola de pano para ir ao supermercado.
- Aprender a entender a bolsa de valores.
- Comprar um cortador de unhas (de pé)
Outro dia quebrei o cortador de unhas da minha irmã - singelo e delicado - para unhas de donzela - para tentar quebrar a crosta que faz as vezes da unha do dedão do meu pé. O cortador de unhas de donzela singelo e delicado não suportou a pressão, desfalecendo-se em dois pedaços, uma vez que não fazia as vezes de tesoura de jardinagem. Mas vá lá, enquanto as bolsas continuem mal das pernas, eu vou continuar mal das unhas (dos pés e mãos) e não vou comprar um cortador de unhas. Mas sei que quando for comprá-lo, colocarei-o dentro de uma sacola. Já, ao cortá-las, os restos epiteliais a que ficarão reduzidos as minhas crostas de unha serão jogadas na privada (e não numa sacola plástica). Cortar, por ora, só os investimentos, a tentativa de entender a economia, e os cortadores de nnhas da minha irmã. Uma vez que quebra de bolsa é tão impremeditada quanto quebra de unha num jogo de peteca.
Posted by Diego on Aug 15, '07 10:14 AM for everyone 
"Ninguém pode amar a dois amores" (Jesus Cristo Moderno)
Posted by Diego on Aug 8, '07 6:19 PM for everyone  Não pensar no que os outros pensam é uma forma de ser egoísta. Quando pensamos no que os outros pensam, inclusive de nós, estamos, de alguma forma, nos preocupando com o outro. E quando agimos lembrando que o que pensamos afeta diretamente o outro, estamos sendo companheiros. Então hoje não é dia de piada nem de sorriso. Hoje é dia de silêncio com cabeça baixa, como quem se desculpa...
Posted by Diego on Aug 6, '07 10:14 PM for everyone
Posted by Diego on Aug 6, '07 6:06 PM for everyone  Burro é quem pensa. Por que o homem inventa? Por que inventamos e criamos tecnologia? Pra onde vamos com ela, se nem sabemos nós pra onde vamos? Burro é o homem. Porque é inteligente. Por que a gente raciona sobre o sentimento? No fim das contas, todo sentimento está na cabeça, e não no coração, como se pensava. Um sentimento é um neurônio agindo.. pensando.. Um neurônio burro. Toda ação racional é ditada por um sentimento. Por que sentimos? A mesma mão que cria é aquela a que destrói. Seja uma ponte, seja um avião, seja um coração. Por que destruimos? Nascemos para morrer? Criamos para destruir? Burro é o idiota que pensa que é inteligente. Por que amamos? Por que nos relacionamos? Somos capazes de mil vezes mais que qualquer outra espécie. Inclusive mil vezes mais sofrimento. Mil vezes mais segundos para entender o sentido da vida. Por que procuramos um sentido? Por que o cérebro quer cada vez mais? Por que criamos um computador? Por que criamos um vínculo, um cordão umbilical que machuca quando é cortado? Por que adiamos a morte? Por que estudamos os nossos genes? Por que brigamos? Por que dizemos Adeus? Por que choramos? Por que criamos um robô? Por que tentamos matematicalizar o amor? Por que classificamos? Burro é a gente que é gente. Que acha que pode só porque pensa. Por que pensar é melhor? É o sentido? Por que rimos quando menos pensamos? Por que evoluímos? A mesma mão que acaricia é a que dá o tapa. Por que eu amo?
Posted by Diego on Aug 5, '07 10:01 PM for everyone O que diria Freud sobre o pensamento positivo? O que diria eu?
Psicologia sobre mentes paralelas, ninguém tem o que dizer. E se tem, não deveria. Eu não deveria.
O que diria Freud sobre alguém que sente um Feudalismo no interior? O que diria Freud sobre um café da manhã em Plutão com carrapatos? Diga Freud, diga Freud, o que você tem a dizer sobre mim. O que você tem a dizer sobre o que eu vou dizer. Você sabe?
Idiota Freud...
Eu deveria ficar calado..... Eu deveria ler apenas sorrisos..
O que diria Freud sobre mim? Freud não explica... ele não explica a psicologia dos sentimentos....
O que diria Freud sobre alguém que tem raiva de si mesmo?
O que diria eu... se soubesse dizer?
Posted by Diego on Aug 3, '07 11:37 AM for everyone Eu trabalho na Atan. E agora mais do que nunca preciso dizer bem pausadamente quando me pergunntam onde trabalho: "NA---------ATAN". Caso contrário,se junto o encontro vocálico "aa" como se um ditongo fosse, as pessoas me dão os pêsames. Acho absurdo a forma como a mídia fulmina e cria campanhas para dizer que está indignada com a situação (a da vez é a aérea). Não acredito que campanhas de "Cansei" ou "Até quando?" realmente cheguem a mudar o país. Acredito que isso é bom a curto prazo. Acredito que sejam capaz de levantar uma leve centelha. Mas acho que a tormenta feita pra esse resultado faz não valer a pena. Durante alguns meses o país estará mais cauteloso. O governo dirá que cuidará mais da questão aérea.. mas daqui a alguns meses.. va lá.. a mercê da meteorologia novamente, os mesmos erros serão cometidos. O problema é sempre mais embaixo. É a nossa cultura que está errada. Quem foi que errou no acidente??? A TAM que deixa voar com alguns problemas "contornáveis"? O cara que verifica a pista que não mediu os milímetros de água na pista? O responsável pela obra interminada na pista? O Governo que não previu? O piloto que voou mesmo admitindo que havia erros na aeronave? Vão achar um culpado.. e não vai adiantar nada. O problema é a "cultura do jeitinho". É que não lemos. É que fazemos de tudo, mas de tudo mais ou menos. Vamos continuar voando na maionese e pousando na merda, enquanto apontamos um pro outro dizendo: "Foi você!". Cansem-se é de apontar o dedo!Me despeço funebremente com o palíndromo mais mórbido que já criei, em duas versões: Versão light: A TAM mata. Versão para os indignados (hard): Mata a TAM.
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