Yogurt de Polpa y Fresas

Diego's posts with tag: 06-07

What are tags? You can give your posts a "tag", which is like a keyword. Tags help you find content which has something in common. You can assign as many tags as you wish to each post.
View posts by people in your network with tag 06-07
Posted by Diego on Jul 1, '07 12:19 PM for everyone
Eu conheço um fim como minha palma.
Mas ele sempre dói do mesmo jeito.

Eu vou sentir falta dos teus olhos esperando os meus.
Eu vou sentir falta do nosso abraço tenro.

Eu vou sentir falta de um lar e de um nascer do sol.

Eu espero desconhecer o fim.
Pra nunca mais ter que sentir falta

Eu vou sentir falta dos teus olhos esperando os meus
Enquanto o carro parte a 20 por hora, meio sem jeito, meio perdido, meio sem rumo.
Eu vou sentir sua falta.


Posted by Diego on Jun 29, '07 11:42 AM for everyone
Relação (Tempo + Dinheiro + Saúde) X Idade


(Clique para aumentar)

Posted by Diego on Jun 24, '07 9:59 PM for everyone
Acorde Pedroca!
Anotaram a data da maratona!
É para lixar axilar à pé e
a grama é amarga.
Após a sopa
salta esse atlas e
ore sim, mísero

A torre da derrota
rola com o calor


Posted by Diego on Jun 18, '07 11:55 PM for everyone
Esse é o nome daquele aparelhinho que fica dentro dos táxis, pra marcar o quanto ele vai te cobrar no fim da corrida

Ou pelo menos deveria ser.

Pegar táxi está entre as piores experiências que um ser humano pode ter durante a vida - somente comparado , talvez, a queda de um raio na cabeça ou a morte promovida por um Tiranossauro Rex que corre atrás de você dentro de um labirinto de espelhos começando a te comer pelas pernas.

Ultimamente tenho tido que passar por essa experiência amarga, por causa de trabalho. Mas mesmo eu não pagando, a cada 10 metros quase que eu tiro meu pé do chão e enfio no freio, só pra ver o aterrorizantímetro parar de subir.

Faculdade de Taxistas
Poucos mortais (que não foram ainda comidos por um Tiranossauro) sabem de onde provém a grande habilidade dos taxistas conhecida como: jogadas-de-papos-mirabolantes-fora. Mas a alma do negócio "Táxi" está exatamente em saber desviar a sua atenção do horrorímetro para suas histórias. É uma estratégia semelhante ao que os mágicos ilusionistas utilizam. Eles fazem seu trabalho enquanto você está distraído prestando atenção em outra coisa que não o truque em si. Então quando você menos espera (ou seja, quando o táxi chegou em seu destino) a merda já está feita.

A escola de táxis, é, na verdade, uma grande faculdade que ensina fábulas impressionantes a seus alunos. Não raro, você se verá entretido nas histórias do taxista que escapou de um labirinto cheio de espelhos enquanto ele corria de um Tiranossauro Rex. O taxista foi extremamente bem treinado para tirar os seus olhos que olham insistentemente para o olhodacarísmo. Entre as histórias mais conhecidas estão:

  • O taxista que que atropelou uma velha desavisada (essa é velha)
  • O taxista que já foi lutador de boxe, malabarista, toureiro, vendedor de churros, lutador de sumô, professorde ciências, cabeleireiro, sapateiro, carpinteiro e desempregado (fábula inspirada no Seu Madruga, que já foi taxista, é bom lembrar.)
  • O taxista que pratica a direção-defensiva (essa é a carta na manga dos taxistas. Fábula aplicada em passageiros de QI elevado)
  • O taxista que é primo do Reginaldo Rossi ou que conheceu o Elvis Presley. (esse canta também)

Mas eu já não caio nessas jogadas de marketing mais. Pegar um taxi só vai ser diferente de levar um raio na cabeça pra mim o dia em que um taxista conseguir me entreter com truques de baralhos - que me fascinam - enquanto canta a 2a. Rapsódia Hungara em Dó Maior.

Além de fazer malabarismo de 3 tochas - acesas - com a mão e/ou a orelha esquerda. Se assim não for, o calafriômetro sempre será a estrela do show.



Posted by Diego on Jun 15, '07 9:17 PM for everyone
Falam que não sou de Belo Horizonte. Mas apesar de argentino, belorizontino também sou. O que ocorre é que nem sempre filho de peixe espeto de pau é. Quero dizer.. bom.. você me entendeu: As pessoas só consideram que uma pessoa é x-ense (ou x-ana ou x-ontina ou x-... ééé....y) se ela conhece pelo menos 7 ruas fora do bairro de residência.

Eu, como conheço a Afonso Pena e a rua que eu moro (só) não sou considerado belorizontino. Você é de BH mesmo? - me dizem após errar - em média ponderada - 3 vezes a chegada a algum local esporádico qualquer de BH como rua da Bahia.

Mas nem sou tão roda-dura assim ora pois! A Antônio Carlos conheço mais ou menos e a Cristiano Machado, apesar de morar do lado dela, só chego a confundir mentalmente, as vezes, esporadicamente assim, de vez em quando, de que lado fica o habib's.

Mas sou de Belo Horizonte!

Em maus bocados estarei, no entanto, por não saber como se chega ao... alphaville? altavista? ah..sei lá, aquela torre lá perto do BH Shopping.

Estou perdido.

Quer dizer, estarei daqui a pouco. Mas ... nada que um posto de gasolina com um frentista gente boa não possa resolver com alguns gestos-de-aponta-pra-direita-esquerda-confunde-tudo.

Além desse problema em decorar onde ficam as ruas e pra onde elas vão, tenho um sério problema de acreditar fielmente que grandes avenidas sempre terão retornos que ficam na pista da esquerda. Não têm! Não têm! Eles sempre ficam a direita! Isso não faz sentido! Ou melhor, o sentido é o contrário!!!

Resultado é que, em grandes avenidas, eu acabo por conhecê-las em toda sua extensão, uma vez que, por ser crente demais, só consigo retornar mesmo quando elas terminam... isto é..se terminam.

Mas há uma vantagem em acreditar que grandes avenidas terão retorno a esquerda. É que, se um dia (breve breve, é bom lembrar) eu errar o sentido na Afonso Pena eu vou acabar chegando no Parque das Mangabeiras, que a propósito, mesmo sendo um belorizontino filho de ferreiro, sempre achei que era a Praça do Papa!


Posted by Diego on Jun 6, '07 8:22 PM for everyone
São as palavras que descrevem minha cor.

Por mais que o Adeus tenha sido meu,
é contrário a mim pô-lo em mesa.

Por mais que eu escolha,
queria não ter que escolher.

Por mais que eu pense,
gostaria de não.

Me dói firme no centro, olhar os teus olhos que choram por dentro.
Me dói firme tê-los dentro de mim , na minha memória,
a cada segundo, segundo, segundo.

A cabeça dorme, encolhida, com frio, não aguentando o início de uma distância.

Uma distância não é algo possível.
Pelo menos não foi isso que informaram ao meu coração.

A cabeça dorme, porque acha que esquece.
Mas quando acorda...

segundo,segundo,segundo.

3 pontos, 3 pontos, 3 pontos.

São as palavras que descrevem os meus olhos.

Que certezas eu tenho em mãos?
Que certezas têm meu coração?
Que jogue a primeira pedra aquele que certeza tem.

Impotente solto as pedras no chão.
E como poderia?
De frente a um coração aberto que sente e pulsa?

E como poderia não chorar?
Não sentir um segundo de distância?

Distância e palavras são cruéis. Deveriam ser duas coisas impossíveis.
Se nada é, o frio segue. A cabeça encolhe, os braços encolhem, com as mãos encontradas, dentro do ônibus, dentro dos olhos.

É um paradoxo, não quero que seja fim.

Como poderia dizer Adeus?
Nunca, Não, Nunca.

...
São as palavras que descrevem o meu choro.

Eu estou sempre aqui, não importa se com dicionários de discurso, ou com 3 pontos de solidão.

Prefiro mil vezes o teu sorriso. O único antídoto pros meus... ... ... ... ...

Posted by Diego on Jun 3, '07 3:39 PM for everyone
1.Eu que naveguei
Por esse mar dentro de mim

2.TOrmenta, vento, sol
Cada dia um sal,
E eu não vou me afundar

3.Terra avistarei
QUando um amor tiver
plantado lá

4.Calmaria ao ar
Só assim vou ancorar
Na ilha de certeza e paz

(Chorus)
Um marinheiro só
Sorriso como isca em mãos
Sozinho vou a pé
SObre as águas do meu chão

(Chorus 2)
Formada por meus olhos
Fixos no fim da foz
Formada por meus sonhos
QUe evaporam e chovem mais

(Bridge)
Então seu capataz
Me solte da prisão então
Deix'eu falar com o capitão

(Pós bridge)
Mas o capitão sou eu
Minha vida vai zarpar
O dia que eu remar
Pro norte do meu lar

5.Eu que encalhei
Fui capaz de me lançar ao mar

6.Eu sei já naufraguei
Um náufrago serei
Mas um dia vão me repescar

7.Meu leme guiarei
Sobre a onda lei
Vou navegar
Sobre iceberg
Ponta de saudade eu sei

(Chorus 2)
Um marinheiro só
Sorriso como alvo do sonar
Sozinho vou a pé
Sobre as cores do meu chão

(Bridge 2)
VIda sorte-revés
da popa ao convés
Cruzeiro de repetição
QUem é que guia até o Japão?

(Pós Bridge 2)
O capitão sou eu
Minha vida vou remar
Até onde eu quiser
Se minha bússola norte

À terra firme amor
A mar aberto iça
A minha vela
Enquanto não se apaga.


Náufrago.avi (9.3 MB)

© 2008 Multiply, Inc.    About · Blog · Terms · Privacy · Corp Info · Contact Us · Help