Yogurt de Polpa y Fresas

Diego's posts with tag: 02-07

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Posted by Diego on Feb 25, '07 1:19 PM for everyone
Todo carnaval tem uma marcha
E toda marcha vai pra algum lugar
Talvez pra dentro do meu peito
Me zoa como um samba

Todo carnaval tem quarta feira
e todo pensamento tem você
Ah se eu pudesse esquecer
Ou se pudesse estender

Aquele último samba que
Você guardou pra mim
Aquele último samba que
Você dançou

Pra me hipnotizar
A noite inteira
Me enfeitiçar

A minha fantasia
Era imaginar
Você mestre sala-de-jantar

Quimera de querubim
Que molha e primavera
o meu jardim

Quisera eu melhor de 3
Mas o trio que nos toca
Já passou

Todo sentimento é uma pedra
Na ponta do meu pé
Eu não me engano
Meu coração é veterano
Em gostar de você

Ah seu eu pudesse esquecer
Ou simplesmente estender
Aquele último samba que
Você dançou pra mim

Aquele último samba que
Você cantou

Pra me hipnotizar
A noite inteira
Me enfeitiçar

A minha fantasia
Era imaginar você
mestre sala de jantar

Quimera de querubim
Que mora e primavera
No meu jardim

Quisera eu melhor de 3
Mas o trio que nos toca
já passou


Serpentina de Brim.avi (7.0 MB)

Posted by Diego on Feb 22, '07 2:54 PM for everyone
Até quando durar o último confete, o carnaval dura.
Depois ele tem seu fim.
Todo carnaval tem.

Toda garrafa de vodka tem um fundo.
Toda máscara de carnaval cai nas cinzas.
Todo trio elétrico pára.
Todo álcool vai pro rim.
Todo carnaval tem seu fim.

Nenhum álcool faz esquecer
Aquela calça dançante de brim.
Tudo começou com um sim
E terminou com um fim.

O carnaval tem.
Toda serpentina se rompe.
Menos a serpentina cardíaca.
Essa sim
Não tem carnaval.

Essa tem samba
Como a tristeza que não tem fim (por enquanto)

Nem tudo acaba com o carnaval.
A serpentina continua assim:
Amarrotando o coração como uma jibóia a mim.
Eu sambo sambo sambo com a vodka nas mãos, mas no fim
dancei sem gim.

Todo carnaval tem seu fim.
E paro de correr atrás do trio
Pra correr atrás do trilho dizendo...
Fim....fim...fim....


Posted by Diego on Feb 16, '07 3:34 PM for everyone

A primeira coisa que carnaval me lembra não é pizza nem samba nem cerveja nem ônibus espaciais. Primeiramente me lembra a fase do Cassino do Sonic 2. Era uma fase muito interessante onde o Sonic se transformava numa bola de Caça Níquel e realmente era uma fase viciante. Eu apenas jogava Sonic 2 para chegar naquela fase.

Já a segunda coisa que carnaval me lembra é aventura.Isso apenas de 2 anos pra cá, quando realmente aprendi o que é carnaval. Não necessariamente sambar, coisa que acho que dificilmente aprenderei em minha vida, afinal, pareço um sonic dançando.

Sonic é uma coisa que a Grazi do BBB (ou do Allan) não parece. Ela sabia dançar direitinho, pelo menos foi assim que eu vi quando a vi sambando na Grande Rio num dos ensaios da Grande Rio (e não da Mangueira).

tsc..E pensar que essa mulher já foi minha vizinha. E eu, ao invés de ir pedir um autógrafo ficava jogando Sonic 2 (ou tentava sambar em algum lugar do Brasil no carnaval).

Se um dia a encontrar por aí vou convidá-la para uma partidinha de Sonic 3. Porque ela combina mais com a fase Carnival (que tem aqueles cilindros coloridos pululantes) do que com a fase do Cassino ou da água.

Bom carnaval!


Posted by Diego on Feb 14, '07 9:51 PM for everyone

Sò mais uma coisinha. Juro que vou dormir!
Mas falando em pópis, professor linguiça, bola quadrada e essas coisas, lembro-me do café.

O café é uma coisa muito boa, afinal de contas. Trata-se de uma bebida com nenhum valor nutritivo viciante!

Parece péssimo, mas outro dia li um artigo cientifico com dados bem concretos e confiáveis de que o café comprovado cientificamente não faz mal a saúde. É claro que isso depende do tipo de café que você toma. Por exemplo, se você morasse na Dinamarca e fosse durão , tomaria café turco não filtrado que acaba acarretando problemas nas coronárias.

Mas se você não nasceu lá, você pode tomar sem medo.
Claro que não vai ser a mesma coisa do que tomar aqueeele café finlandês olhando para as montanhas finlandesas recitando poemas sobre o número 27. Pra quem não sabe, o número 27 - formado pelos algarismos 2 e 7 , impreterivelmente nessa ordem - é um número mágico. E como magia não tem explicação você terá que descobrir o porquê com os próprios olhos.

Bom.. mas tenho 27 motivos para não me dispersar em tal assunto. Um deles é que tenho que dormir. Juro!

Depois de 5 xícaras de café (não foram 27), nada melhor do que um ops.

Boa noite.


Posted by Diego on Feb 14, '07 9:43 PM for everyone
Falando em Pópis ou algo semelhante, qual não foi a minha surpresa em hoje voltando do trabalho me deparar imitando sem querer o velho e ranzinza Dr. Chapatim. Corria como um velho com uma sacolinha de papelão nas mãos. Não que o Dr. Chapatim corresse.. ou comesse esfihas do Habib's, dentro do ônibus. Mas.... estava com fome, enfim.

Se fossemos enumerar todos os episódios do CH (leia-se Chaves Chapolim e Chapatim) relacionados a comida iriamos morrer de fome enumerando episódios como o do churros, o(s) do(s) sanduiche(s) de presunto, o bolo do Sr. Madruga, o café do Jaiminho, aquele que o Chapolin virava massa de nhoque pelo robô pipiiiii, do algodão doce por aí ia.

Voltei mais tranquilo (leia-se , menos ranzinza) pra casa... lembrando de pipiiiiiii quem é que não fica melhor?

Posted by Diego on Feb 14, '07 9:31 PM for everyone

Hoje foi um dia extravantemente interessante. Não por nenhum interesse extravagante, mas por ter sido assim, bom - ou ops. Dentre outras coisas, porque conversei seriamente com alguns amigos sobre ops.

Ops. sim. ops. não foi erro de digitação. é ops mesmo que quero digitar.ops: o-pê-esse.

Definição:
Ops pode ser considerado uma onomatopéia de quem tropeça, quem dá um vacilo ou quem não tem o que dizer mesmo e diz ops, mas também pode ser considerado um hino de carnaval.

Ops ops ops. Quem quer quem quer??

Principalmente depois da pinga que eu não bebi para escrever este post.

Ops lembra oips, caso seja um erro de digitação, que pode acabar inconcomitantemente (ou não!) (depende do significado de inconcomitantemente que com certeza não é ops!) lembrando pois ou oi. De uma forma ou outra acaba-se lembrando dos 173 episódios de Chaves.

Quem é que não se lembra daquele episódio do Chaves em que a Dona Florinda oferecia uma xícara de café pro Professor Linguiça? Caramba! Memorável tal episódio. Ops!

Tem aquele das marcianas com pedras voadoras. VURUDUVUUUU

Enfim, Pópis, pois, oi, ops, pop, bono vox + forno, tudo a mesma coisa ora pois!

Posted by Diego on Feb 6, '07 9:08 PM for everyone
Andar de ônibus em Marrocos só deve ser divertido porque você pode dizer com todas as letras inclusive ao contrário que: "Socorram-me: subi no ônibus em Marrocos" e vice-versa.

Mas deixando Marrocos de lado, resta o ônibus. Já que Marrocos + Ônibus - Marrocos = Ônibus. ahn? ahn? sacou? sacou?

Existem vários casos engraçados relacionados a ônibus. Hoje, por exemplo, uma senhora aparentemente dondoca me perguntou qual ônibus ia para o centro. Respondi-lhe. O primeiro estranho que notei nela é que quando o ônibus que lhe indiquei se aproximava, ela simplesmente o deixou passar e logo xingou o motorista. Eu lhe disse:

-Moça, é que tem que dar o sinal.
E ela abobalhada:
-A... h... é? ahan.. achei que todos paravam aqui, er...

Outra coisa que soou meio estranho aos olhos foi o modo de ela dar sinal. Ela tipo chamou o táxi pra parar o ônibus. O ônibus parou... E ela tentou entrar pela porta de trás. Quase que ela xinga o motorista novamente quando viu que eu apontava freneticamente para a porta da frente que a esperava. E lá se foi ela, pobre senhora. Por certo não sabe que é boa prática segurar nos balaústres (aqueles canos frios e sebosos que nós seguramos pra não cair no ônibus) pra não cair no ônibus.

Caso 2:
Outro caso que merece catalogação neste espaço é o caso contado por meu amigo V. Disse que certa vez uma senhora (dessa vez o outro extremo: da roçona) voltava do sacolão com tudo que tinha direito. Inclusive uma melancia. Numa dada arrancada do ônibus, quando a senhora se encontrava próxima a catraca, não é que a roleta acabou rodando, mas quem rodou a roleta foi a melancia?

Daí instaurou-se um "diálogo" entre cobrador e senhora da roça com a melancia:

-Senhora, a melancia vai ter que pagar.
-Mas que pagar! Eu não vou pagar passagem pra melancia!
-Senhora! Passou na roleta, paga! A melancia passou tem que pagar!
-A melancia não é gente!
-Mas passou pagou!!!
-Ela vai no meu colo!
-Só crianças abaixo de 5 anos, minha Senhora!
-A melancia não tem 5 anos!
-Minha Senhora!!!! Ou você ou a melancia!!
-Vou descer do ônibus!
-A melancia fica!
-A melancia é minha!
-A melancia passou na roleta. Ela fica!
-Que se dane a melancia!
-Vai abandonar a melancia???

(não sei como se desfechou tal história nem se a melancia saiu viva, heheheauhe)

Mas isso que dá rir da desgraça dos outros. Leia com seus próprios olhos....


Caso 3:
Ontem. BH. Chuva. Dentro do ônibus. Puxei a cordinha. De bermuda e havaiana.
  • -Problema adiante: Distância entre o degrau do ônibus e calçada: Grande - ou pelo menos maior do que a distância que as minhas duas pernas conseguem oferecer entre si.
  • -Elemento entre o degrau e calçada: Água, muita água. Água correndo. Rio, rio violento.
  • -Tempo para pensar no passo a ser dado para pular para a calçada: segundos, apenas segundos. milésimos! Motorista estressado. Hora de pular.
  • -Idéia de jirico: dar um passo no rio e rapidamente pular para a calçada.
  • -Resistência apresentada pela havaiana do pé esquerdo para com a correnteza do rio: zero. Havaiana sendo levada pelo rio.
  • -Reflexo imediato: Correr atrás da havaiana.
  • -Lei atuante imediatamente: Murphy.
  • -Razão: Chão escorregadio do imbecil do Mc Donalds que tinha que construir um chão altamente escorregadio que vai até a calçada.
  • -Resultado do contato de um chão idiota escorregadio com um pé molhado sem a havaiana: tombo certo.
  • -Número de pessoas na platéia: 7.
  • -Número de risos escondidos pelo tombo feio tomado no chão-ingrato pelo papai-aqui que quis recuperar a havaiana que desceu rio abaixo na Cristiano Machado: 7.
  • -Número de mochilas molhadas: 1.
  • -Número de havaianas recuperadas: Zero.
  • -Número de xingamentos proferidos ao motorista, ao chão e as 7 pessoas que desencadearam 7 risos escondidos pelo tombo do idiota que caiu no chão-retardado-mental do Mc-Donalds: 9.
  • -Lição: Nunca ria das tarifas pagas por engano para melancias indefesas que rodam a roleta no ônibus. O troco virá em forma de um tombo com uma havaiana descendo um rio artificial no horizonte.

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