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Posted by Diego on Nov 14, '07 3:47 PM for everyone  É difícil entender como você transformou uma simples música de rock em uma lágrima que me corrói.
Posted by Diego on Oct 23, '07 10:21 AM for everyone Montanha e mar. Moro no meio. Morro na praia Morro de amor. A morte me arma Me arruma o mal Me melhora a mel a mil um milhão. Até a morte Até a marte O mar morto É Sem oásis Mar morto é miragem. É miragem? É miopia  minha memória. Mato a morte Meto o mito Temo a meta E muto a metade de mentira que sou. Melhor assim. Milhão de mim. Milionésimo de esperança É um dos males do mar morto. Marta, Mico, Mexilhão, Mexo em tudo, todos, maias meios, marcas, modas, mauás Mas murcho em marcha e Mas molho o choro Chuvo o fim marrom , maior, maior. Melhor assim. Milhão de mim. Melhor assim Mar morto meu Mal me mexi e Mal te medi Melhor me ir Mar morto em mim Milhão de mim. Mar morro em ti.
Posted by Diego on Oct 21, '07 9:37 PM for everyone  O rei pode até ter perdido a foto, mas não o álbum. Existe mais de um golfinho no mar. Por mais deserto que o mar possa ser. Hora de procurar um que sorria. E o rei levanta. No deserto há oásis, mas há também miragem. O xeque-mate do mar um oásis não foi. E o rei levanta-Novo!
Posted by Diego on Oct 20, '07 9:06 AM for everyone Enquanto a peça cai em câmera lenta, o golfinho entra pra dentro do mar. E o rei pensa: "até daqui a um ano.....ou nunca mais....."
E finalmente horizontaliza.
Posted by Diego on Oct 19, '07 4:42 PM for everyone Dizem que quem escolhe as brancas tem mais chance de ganhar. As brancas fazem a primeira jogada. Mexe o peão. Pra onde vão? O Peão não sabe nada. Lá vai morrer. Só procura o lado mas esquece de esconder a frente. O peão roda, já era hora do cavalo. O cavalo é desmedido. Perde tudo. Parece bom e forte, mas morre rápido. Anda pra frente pro lado, pra todos os lados, pula, mas morre. Que horas todos esses obstáculos sairão da minha frente? Já é hora do xeque? Saco. Hora de jogar. Mexe a torre. De frente para o problema, torre fecha os olhos. Cai derrubada, pela Rainha, pelo Rei, pelo Bispo. Finjo ser Bispo e dissimulo? Ando de lado e não encaro de frente! Talvez assim seja mais fácil! Mas Bispo não ganha. Bispo morre porque esconde. Eu já estou aqui parado, a observar o rei. O outro rei. Rainhas vocês, pois saiam daqui. Rainhas? Pf! Atiram pra todos os lados, atacam tudo , mas no fim, só pra defender seu rei. Saiam rainhas. Não se trata de vocês! Se trata dos dois reis! Não há mais ninguém. Agora são apenas 6 casas que me separam do rei. Rei contra rei? Rei a favor de rei? Dois reis sós nunca morrem. É xeque. É xeque. É xeque. É Mate? Não. É só xeque. Nunca acaba. Xeque sem mate? Peça foguete existe? Foguete, empata o embate, laça o amor e morre? Xeque mate é morte é amor é empate.  Embate
Embate Embate Empate Empate Engate Enlaçe Enlaçe Enlaço Laço Laço Maço Lace Maço Lace Amasso Mate
Amasso Mate Amar Marte Amor Morte. .......
Posted by Diego on Aug 8, '07 6:19 PM for everyone  Não pensar no que os outros pensam é uma forma de ser egoísta. Quando pensamos no que os outros pensam, inclusive de nós, estamos, de alguma forma, nos preocupando com o outro. E quando agimos lembrando que o que pensamos afeta diretamente o outro, estamos sendo companheiros. Então hoje não é dia de piada nem de sorriso. Hoje é dia de silêncio com cabeça baixa, como quem se desculpa...
Posted by Diego on Jul 1, '07 12:19 PM for everyone Eu conheço um fim como minha palma.
Mas ele sempre dói do mesmo jeito.
Eu vou sentir falta dos teus olhos esperando os meus. Eu vou sentir falta do nosso abraço tenro.
Eu vou sentir falta de um lar e de um nascer do sol.
 Eu espero desconhecer o fim. Pra nunca mais ter que sentir falta
Eu vou sentir falta dos teus olhos esperando os meus Enquanto o carro parte a 20 por hora, meio sem jeito, meio perdido, meio sem rumo. Eu vou sentir sua falta.
Posted by Diego on Apr 30, '07 12:22 AM for everyone
Eu estou aqui. No meio. E você , onde você está? Estou aqui, suando. E você? Sofre? Eu estou aqui, fumando o cigarro dos outros. Estou aqui, mal te vendo. Onde você está aqui? Eu estou aqui, dançando, bebendo, fumando, sorrindo. Não vejo. Espero. Onde você está?  Me viro. Fumaça, pessoas, ou nada. Fumaça, esfumaça os sons, as pessoas, os cigarros alheios. Não há quase nada. Só você ali. Mas há fumaça entre nós. Onde você está? Onde você está? Mil pessoas ou nada. Mas não tem problema. Eu espero a fumaça se esfumaçar. E você estará. Aqui. Cá. ´ .
Posted by Diego on Feb 22, '07 2:54 PM for everyone
 Até quando durar o último confete, o carnaval dura. Depois ele tem seu fim. Todo carnaval tem. Toda garrafa de vodka tem um fundo. Toda máscara de carnaval cai nas cinzas. Todo trio elétrico pára. Todo álcool vai pro rim. Todo carnaval tem seu fim. Nenhum álcool faz esquecer Aquela calça dançante de brim. Tudo começou com um sim E terminou com um fim. O carnaval tem. Toda serpentina se rompe. Menos a serpentina cardíaca. Essa sim Não tem carnaval. Essa tem samba Como a tristeza que não tem fim (por enquanto) Nem tudo acaba com o carnaval. A serpentina continua assim: Amarrotando o coração como uma jibóia a mim. Eu sambo sambo sambo com a vodka nas mãos, mas no fim dancei sem gim. Todo carnaval tem seu fim. E paro de correr atrás do trio Pra correr atrás do trilho dizendo... Fim....fim...fim....
Posted by Diego on Nov 19, '06 12:46 PM for everyone  O que me aflige as vezes, é ouvir teu riso na minha memória.
Posted by Diego on Nov 11, '06 11:15 PM for everyone
 Nasce rápido, sol. Porque tou doido pra tentar de novo.
Posted by Diego on Nov 3, '06 4:30 PM for everyone
 Discutir política sempre é complicado. Entender o que os políticos pensam, o que querem, o que prometem, o que desejam. O que cumprem. ....Me preocupo bastante com política. Sempre tenho um empenho muito grande em votar conscientemente apesar de até hoje nunca ter conseguido fazê-lo. Já cheguei a conversar com alguns políticos em minha vida e o fruto das conversas, no fim, sempre foi nulo (até hoje). Votar em alguém e amargar promessas descumpridas é cortante. Existe um conselho político que diz que é melhor fazer "promessas-sem-fundo" do que não prometer. Por muito tempo acreditei nesse conselho. Até começar a ter promessas-sem-fundo no meu bolso. Isto é, na verdade, de modo óbvio, não as tinha. Hoje não acredito mais. Se um político não pode te agradar, prefiro que ele diga no primeiro dia de propaganda eleitoral que não. Existe outro conselho que diz pra se fazer justiça com as próprias mãos. Chama-se: Anarquismo.
Atualmente me é difícil acreditar que qualquer combinação de números + botão confirma vá resultar em uma consciência tranquila. Atualmente eu votaria nulo, porque me convém. Me custa menos. Particularmente, então, sou totalmente adepto ao anarquismo. Mas não sei botá-lo em prática. Trata-se de uma utopia... Não tem jeito, sempre que a urna aparece na minha frente eu teimo em ignorar o nulo. E confirmar. E confirmar. E confirmar. Mas sou. Assim como 61,27% da população. Que continuo acreditando que o próximo eleito vai ter promessas que vão encher o meu "bolso" de forma real. Já, enquanto isso não vem, sigo suportando a minha anarquia-pessoal. Presa, desigual e só, como deveria deixar de ser.
Posted by Diego on Oct 31, '06 11:23 AM for everyone
 Por enquanto, na estrada Vou apenas me lembrando Um Sentimento tenro no peito Sentimento infalível esse Que tem retorno Que recicla Que renova Só ia apenas me lembrando Ao acordar ou ao dormir A começar ou a findar o dia Uma lembrança nada sutil Mas que demonstro sutil, Quem vê meus olhos vê E não se engana: "Você tem algo",diz Tenho, tenho sim. Tenho algo sutil no meu peito. Que já guardo pra mim. Que mal digo mais mesmo pra quem deveria. Tenho, tenho sim. Já não digo pra quem gostaria, porque eu desapareceria junto com a sutileza. Já nem olho nos olhos de quem deveria. Porque não posso. Porque não posso dizer. Nem com olhos, com palavras, nem com sorrisos. Porque não vejo tais olhos pra poder olhar e dizer. Porque na estrada, são apenas dois deles. Tenho sim, não nego. Não choro. Não grito. Sutilmente guardo pra mim. Tenho algo no peito que pede pra extravasar. Mas seguro. E deixo passar. "Você tem algo", dizem. Tenho, tenho sim. Assim como tenho a esperança. E ela, como o que tenho no peito, não morre. Mesmo que deixem de ver nos meus olhos, que algo tenho. Quem vê meus olhos, não necessariamente vê coração. Que vai continuar tendo algo, sutil, forte Eterno.
Posted by Diego on Oct 29, '06 3:06 PM for everyone
Posted by Diego on Oct 24, '06 10:56 AM for everyone
 Uso a palavra pra virar ambiguo. Porque na verdade, me dói xingar. Ser cruel, frio, arregaçado. Uso a palavra porque ela é forte. Uso a palavra pra aveludar. Pra aveludar a aspereza que rasga o som entre a gente Que você criou. Uso a palavra pra sangrar P'ruma hemorragia interna.. de fininho. Uso a palavra porque ela é ironia, Sem endereço certo, se eu quero. Me permite regimentar a filha-da-putice anônima. Um remetente indeterminado. Um sujeito oculto. Totalmente determinado pelo aquém delas (as palavras). Mas não vou deixar de dizer De forma sutil Uso as palavras porque quero te poupar De escutar todo o peso dos palavrões que são indizíveis. Quero te poupar de ser cruel Filho da puta Mas não se preocupe Digo de forma branda Um palavrão é só uma palavra Não se espante Uso a palavra porque ela é lida como você quiser Uso a palavra porque ela é uma privada Porque precisei esganar. Uso a palavra porque quis te matar Mas isso é só no papel. Não se espante. Mesmo que eu a use, te quero bem, desejo-te o bem Uso a palavra como o cano de escape A aspereza recai nelas E não em você O pus suja o chão E não você Os tiros acertam o alvo indeterminado Não você A hemorragia esparrama no papel E não em você Cruel? E eu não sou bom afinal? Cruel? Nada de cruel! Usei o papel como instrumento pra poupar você. Filho da puta!!! Só precisava dizer, Pra deixar impresso na palavra. E fazer com que o sentimento continue intacto, puro, nobre. Continua intacto, que seja na lembrança. Não vou dizer o que é, paixão, amor, carinho E quem se importa? Nem eu. Paixão é só uma palavra cruel O que importa é o que tem dentro Por fora das palavras Uso as palavras Porque quis te poupar E mesmo que o sentimento indizivel termine a lembrança se encarrega de imortalizá-lo. Seja paixão, amor, desejo.. não importa.. o que importa é que passou e ficou registrado, não só em palavras, mas em coração.
Posted by Diego on Oct 20, '06 10:58 AM for everyone
Reino: AnimaliaFilo: ChordataClasse: AmphibiaOrdem: AnuraFamília: BufonidaeO sapo é um anfíbio da ordem Anura, família Bufonidae. Existem cerca de 4.800 espécies de sapos. A maioria deles vive próximo a uma fonte de água, muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que não são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade por água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como as bromélias, como sítio de criação. O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente vive em ambiente mais seco. O sapo também se distingue da rã pelo seu gosto. O gosto do sapo pode chegar a ser amargo, muito, isto, lógico, caso você chegue a engoli-lo. A melhor forma de evitar o gosto dos sapos é não cair de cabeça sobre eles. E essa lição você pode aprender a partir de hoje.
Posted by Diego on Oct 16, '06 4:02 PM for everyone  Do sol, se foi. Quê, não sei. Cento, 1. Agora só resta passado. O pôr no passado.... amarelo.
Posted by Diego on Oct 16, '06 7:52 AM for everyone
 Quando chega o fim, ficamos parcialmente cegos. O fim nos deixa atônitos Nos deixa mortos. O fim sempre parece o do mundo Mas o mundo sempre sobrevive E nós com ele Melhor assim. Melhor assim. No céu da Pátria neste instante Ronda a nova estrela-lembrança Depois da super-nova Sempre vem um fim As nuvens passam As estrelas ficam O mundo acolhe A vida vai Por algo termina De Enfim Sós A Enfim Só Enfim.. o fim Talvez pudesse ter sido melhor Talvez tivesse estendido a dor Mas no fim, o fim Melhor assim. Melhor assim.
Posted by Diego on Oct 11, '06 8:58 PM for everyone  A graça da vida está no degrau. E na habilidade de diminui-lo com, apenas, a mudança do pensamento!
Posted by Diego on Oct 10, '06 1:49 AM for everyone

Eu tenho medo da montanha.
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